Mais um ano que está a chegar ao fim, e sendo assim, está na hora de fazer o balanço final do percurso na disciplina de área de projecto.
para mim, é sempre um pouco difícil fazer uma avaliação pessoal, mas lá terá que ser!
deste modo, considero que foi visível uma evolução no meu trabalho, desde o início do ano lectivo até ao seu terminus. Esta evolução, foi mérito meu, mas também teve o contributo do professor, que me foi alertando, ao longo do ano, para os meus erros,e falhas, o que se fez sentir nos meus trabalhos, que foram evoluíndo, e mostrando-se cada vez mais coerentes.
Quanto aos alertas do professor, por vezes não caem bem,pois são na sua maoioria depreciativos, o que revela muita exigência e insatisfação da sua parte, quanto ao tema e elaboração dos artigos.
Mesmo criticando esta atitude, hoje, percebo-a e vejo realmente, que faz todo o sentido pois, esta, era uma forma de o professor garantir que estavamos a dar o nosso melhor.
Quanto a mim, acho que sempre me esforcei para dar o meu melhor contributo, sempre cumpri os prazos de entrega dos artigos e o meu blog manteve-se actualizado ao longo de todo o ano, porém, gostaria de ter dao um pouco mais de mim, este período, gostaria de ter feito mais artigos e diferentes, no entanto, não me foi possível, devido á carga excessiva de trabalhos propostos pelos professores de outras disciplinas.
O facto de todos os meus artigos terem sido publicados constituiu um forte incentivo para mim, pois dava vontade de fazer mais e melhor, pois se os artigos eram publicados, era sinal de alguma qualidade, o que me motivou,durante todo o período lectivo.
Assim, considero que a minha nota final deveria ser 19, pelo meu trabalho e porque é a avaliação final., logo a nota deverá ser o resultado da evolução visível ao longo do ano.E muito sinceramente, dava-me um grande jeito para subir a média, pois necessito de uma média alta, para entrar no curso que desejo.
24.5.07
10.5.07
Artigos Trigal

Comemorações do 25 de Abril
Passaram já 33 anos desde o célebre 25 de Abril de 1974, e este ano as comemorações ocorreram também na nossa escola, claro que muito diferentes daquelas que se fazem um pouco por todo o país, com a participação de políticos e da comunicação social.
Foi um evento ”Chá com livros”, que teve lugar no dia 24 de Abril, organizado pelo departamento de História, que pretendeu criar um ambiente remetente ao período da revolução, para que a geração pós 25 de Abril conseguisse perceber de uma forma mais clara e real o que realmente era viver em ditadura, e o que foi começar a viver com liberdade. Assim, o evento contou com a passagem do filme “Capitães de Abril”, para ilustrar de uma forma bastante clara o que de facto foi a revolução dos cravos.
Todavia, nada melhor do que depoimentos na primeira pessoa de quem viveu o antes e o depois da revolução para percebermos melhor a sua essência, para isso contamos com a voz de alguns professores da escola, assim como de um funcionário. Estes partilharam com todo o auditório, experiências, medos, angustias, recordações, ou seja transportaram para a voz todas as suas vivências de maior relevância sucedidas naquele período de tempo, e que por serem de tal modo importantes os marcaram para todo o sempre.
Contamos com experiências pessoais variadíssimas, desde um funcionário que participou no ultramar, e por isso teve vivências bastante cruéis, assim como com um professor que admitiu ter ficado profundamente traumatizado com o período que antecedeu a revolução, visto que ele, assim como toda a sua família foram vítimas de perseguições da PIDE e da DGA, tivemos ainda outros elementos que admitiram nunca terem percebido muito bem o que se passava, talvez pela tenra idade, e também, porque felizmente nunca foram vítimas das imensas atrocidades cometidas por organizações do governo da época, contamos ainda com o depoimento de um professor que sentiu profundas mudanças na sua vida depois do 25 de Abril, contudo não percebia muito bem o porquê dessas mudanças, talvez porque ainda não tinha bem presente a noção de ditadura e de liberdade.
Em simultâneo com os depoimentos o professor Francisco Marinho, sempre que necessário fazia a contextualização histórica de certos acontecimentos que iam sendo referidos na conversa, para que todos percebessem a realidade tal qual ela era.
Para tornar o ambiente um pouco mais apelativo, contamos com a participação musical de Ana Margarida, aluna da escola, que interpretou temas tão emblemáticos como “Grândola Vila Morena”.
Chá com livros foi o nome dado ao evento, e como tal todos os participantes puderam contar com um chá e uns biscoitos para irem saboreando enquanto se deliciavam com os testemunhos ali protagonizados na primeira pessoa.
Centro de reconhecimento, validação e certificação de Competências
Como é já do conhecimento de todos, desde o início deste ano lectivo que a nossa escola adquiriu o carácter de Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, que funciona em regime pós laboral, é leccionado por docentes pertencentes á escola, abrange todas as faixas etárias e tem como objectivo final dar equivalência ao 9ºano, todavia, no próximo ano lectivo irá já decorrer o projecto no mesmo âmbito, com a atribuição de equivalência ao 12ºano.
Como estamos já na recta final deste ano lectivo, paira no ar uma certa curiosidade acerca do funcionamento do CRVCC (Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) e do percurso dos alunos que o frequentam.
Deste modo temos dois casos de sucesso protagonizados por Helena Ribeiro e Maria Marques, duas alunas com percursos de vida bastante diferentes, mas com um objectivo muito semelhante, “o querer saber mais”. Assim, decidiram frequentar o CRVCC para conseguirem obter a escolaridade mínima obrigatória.
Helena Ribeiro, uma jovem de 25 anos, com o 6º ano de escolaridade, por influência dos amigos, que a desmotivaram em relação á aprendizagem, é hoje empregada de balcão, mas queria mais, e então, através do incentivo de alguns professores deste estabelecimento de ensino, e do apoio de toda a sua família decidiu prosseguir os estudos.
Está hoje a poucos dias de conseguir o certificado correspondente ao 9ºano de escolaridade e afirma, que esta foi uma experiência positiva, claro está com algumas dificuldades iniciais na adaptação de novo á vida escolar, no entanto considera que os professores tiveram um papel fundamental nesta sua adaptação, assim como o bom funcionamento da escola. Por todos estes factores positivos pensa seriamente em prosseguir neste projecto até alcançar o 12ºano.
Temos mais um caso de sucesso, este, com realidades um pouco diferentes do anterior, protagonizado por Maria Marques. Uma mulher de 53 anos, com o 4ºano de escolaridade, pois os recursos económicos da família mais não lhe permitiram, o que constituiu um desgosto enorme para a sua pessoa. Maria é hoje auxiliar de acção educativa, e sente-se satisfeita com a sua profissão, todavia, sempre teve em si o gosto pela aprendizagem, contudo foi o desejo de se tornar uma pessoa mais culta que a fizeram aceder a este projecto, cuja divulgação chegou até si através da rádio, e da sua filha a frequentar este estabelecimento de ensino que constituiu um forte incentivo. Na recta final do ano, Maria Marques diz que as suas principais dificuldades foram ao nível da escrita e da compreensão de textos, hoje já conseguiu de certa forma ultrapassá-las, devido ao seu esforço pessoal e sobretudo aos professores que têm desempenhado um trabalho magnífico, Apesar das dificuldades, esta aluna afirma ter desenvolvido o seu sentido de responsabilidade e a sua autonomia, por isso tenciona, também, alargar a sua escolaridade até ao 12º ano.
Como é já do conhecimento de todos, desde o início deste ano lectivo que a nossa escola adquiriu o carácter de Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, que funciona em regime pós laboral, é leccionado por docentes pertencentes á escola, abrange todas as faixas etárias e tem como objectivo final dar equivalência ao 9ºano, todavia, no próximo ano lectivo irá já decorrer o projecto no mesmo âmbito, com a atribuição de equivalência ao 12ºano.
Como estamos já na recta final deste ano lectivo, paira no ar uma certa curiosidade acerca do funcionamento do CRVCC (Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) e do percurso dos alunos que o frequentam.
Deste modo temos dois casos de sucesso protagonizados por Helena Ribeiro e Maria Marques, duas alunas com percursos de vida bastante diferentes, mas com um objectivo muito semelhante, “o querer saber mais”. Assim, decidiram frequentar o CRVCC para conseguirem obter a escolaridade mínima obrigatória.
Helena Ribeiro, uma jovem de 25 anos, com o 6º ano de escolaridade, por influência dos amigos, que a desmotivaram em relação á aprendizagem, é hoje empregada de balcão, mas queria mais, e então, através do incentivo de alguns professores deste estabelecimento de ensino, e do apoio de toda a sua família decidiu prosseguir os estudos.
Está hoje a poucos dias de conseguir o certificado correspondente ao 9ºano de escolaridade e afirma, que esta foi uma experiência positiva, claro está com algumas dificuldades iniciais na adaptação de novo á vida escolar, no entanto considera que os professores tiveram um papel fundamental nesta sua adaptação, assim como o bom funcionamento da escola. Por todos estes factores positivos pensa seriamente em prosseguir neste projecto até alcançar o 12ºano.
Temos mais um caso de sucesso, este, com realidades um pouco diferentes do anterior, protagonizado por Maria Marques. Uma mulher de 53 anos, com o 4ºano de escolaridade, pois os recursos económicos da família mais não lhe permitiram, o que constituiu um desgosto enorme para a sua pessoa. Maria é hoje auxiliar de acção educativa, e sente-se satisfeita com a sua profissão, todavia, sempre teve em si o gosto pela aprendizagem, contudo foi o desejo de se tornar uma pessoa mais culta que a fizeram aceder a este projecto, cuja divulgação chegou até si através da rádio, e da sua filha a frequentar este estabelecimento de ensino que constituiu um forte incentivo. Na recta final do ano, Maria Marques diz que as suas principais dificuldades foram ao nível da escrita e da compreensão de textos, hoje já conseguiu de certa forma ultrapassá-las, devido ao seu esforço pessoal e sobretudo aos professores que têm desempenhado um trabalho magnífico, Apesar das dificuldades, esta aluna afirma ter desenvolvido o seu sentido de responsabilidade e a sua autonomia, por isso tenciona, também, alargar a sua escolaridade até ao 12º ano.
22.3.07
Fim

Chorar? Ou sorrir?
Viver? Ou fugir?
O melhor será partir,
Partir para o meu mundo.
Um lugar bem profundo.
Onde tudo acontece à volta do meu ser,
E tudo adormece sem eu nunca perceber.
É um sítio sombrio,
Onde o frio da saudade existe,
Onde a mágoa da recordação persiste,
Onde a tristeza da solidão magoa,
E angústia do passado não perdoa.
Tudo é amor…
Tudo é dor…
Tudo e nada é um coração
Que sofre, agora, por uma paixão.
Paixão, essa triunfante
Que em menos e nada se tornou arrepiante.
Ana Barbosa

No decorrer do segundo período,as aulas de comunicação,a meu ver não sofreram grandes alterações no que diz respeito ao papel do professor.considero apenas que o docente se mostrou um pouco mais exigente e crítico, em relação aos alunos e aos seus trabalhos.
Com isto não pretendo tecer uma crítica, visto que a reacção é compreensível, visto que o trabalho desenvolvido durante o período contou apenas com o esforço e dedicação de uma minoria de alunos.
Quanto mim, acho que houve uma evolução, não são na quantidade de trabalhos, mas também na qualidade dos mesmos.
O meu trabalho verificou-se nos cinco artigos que eu fiz e foram publicados no jornal, assim como na permanente actualização do meu webfólio.
5.3.07
dia internacional da mulher
21.2.07
7.2.07

Dia 11 de Fevereiro votem NÃO!
E digam Sim á vida…
É injusto recusar um presente que a vida, e o poder da existência nos oferecem…
Inicialmente pode até ser difícil aceitar a ideia de ter alguém dento de nós, mas com o passar do tempo a vida mostra-nos o real valor que esse ser indefeso possui, e ensina-nos a aceitar a situação…
Só o tempo nos ensina a viver, e a percorrer a doce e amarga estrada da vida!
:Ana Barbosa
2.2.07
Jovens de luxo

Levis, Dolce&Gabana, Pepe Jeans, eis o que nos últimos tempos veste os jovens deste mundo, e despe as carteiras dos seus pais!
Boas notas, cultura geral, carácter, dignidade, honestidade, parecem ser coisas do passado. Pois o que realmente importa são os trapos, a competitividade e as saídas à noite.
Ano após ano, lá vão os jovens protestar contra o aumento das propinas, contar os elevados custos do ensino,
-Mas o que será melhor: investir na qualificação, no progresso, num futuro promissor, ou pelo contrário, investir no estilo e nas borgas?
Bem deixo a resposta em aberto…
Eu também sou jovem, e não sou nenhum protótipo de tudo aquilo que realmente é correcto, e como toda a gente tenho vaidade e gosto de me sentir bem comigo mesma, mas acho que o mais importante é estabelecer prioridades na nossa vida, e a roupa não deve de todo ser uma prioridade.
Já pensaram que investir num guarda-roupa de luxo, não vos garante um bom emprego, um bom salário, nem sequer uma vida feliz. É claro que a felicidade é algo muito subjectivo, mas para a sua realização devemos procurar ir ao encontro de coisas coexistentes, coisas que marquem presença pela sua importância, coisas que permaneçam nem que seja só como recordação. E a roupa não é nem mais, nem menos do que algo passageiro. De ano para ano surgem novas tendências, novas cores, novos tecidos, ora, é muito mais fácil ir ao encontro de coisas que ao invés de passarem, perduram.
Se olharmos à nossa volta não faltam coisas que perduram: uma amizade, a família, uma paixão, ajudar alguém, um obrigado, um jamais te esquecerei, enfim, e muitas outras coisas que ficam no mais ínfimo de cada um de nós.
Conquistem aquilo que saibam que jamais irão perder, nem que fique apenas gravado no coração ou marcado na mente, mas o mais importante é que fique.
Se assim o fizerem serão pessoas mais ricas, não em roupas nem em ostentação, mas terão um ego mais forte.
Desta forma seremos Homens e Mulheres mais completos, pois a essência do nosso ser estará preenchida com coisas que ao contrário da moda, não têm custos, e não mudam nunca; pois o amor, a amizade, um sorriso um abraço são sentimentos/atitudes universais e intemporais e que pela sua importância tatuam-nos de uma forma invisível aos olhas da ostentação, mas bem visível aos olhos da simplicidade.
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